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Do Al Nassr à Seleção: Jorge Jesus disposto a aceitar uma redução milionária no salário para assumir o comando de Portugal

O treinador continua a ser apontado como o principal candidato a suceder a Roberto Martínez e poderá aceitar um corte significativo no salário para orientar a Seleção Nacional
Jorge Jesus continua a surgir como o principal candidato para assumir o comando técnico da Seleção Nacional. Embora ainda não exista qualquer confirmação oficial, o treinador estará disposto a aceitar uma redução significativa no salário para orientar Portugal.

De acordo com o jornal A Bola, o contrato poderá prolongar-se até 2030. Caso assuma o cargo, Jorge Jesus deverá abdicar de uma parte considerável do salário que auferia na Arábia Saudita, passando a receber menos de quatro milhões de euros brutos por ano, um valor bastante inferior aos cerca de 12 milhões anuais que recebia ao serviço do Al Nassr.

Apesar de o nome de Jorge Jesus ganhar cada vez mais força, o processo ainda não entrou na fase decisiva. Segundo o Desporto ao Minuto, Pedro Proença ainda não estabeleceu qualquer contacto formal com o treinador, mas garantiu que a escolha do novo selecionador será tratada com prioridade.

À chegada a Lisboa, após a eliminação de Portugal no Campeonato do Mundo, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol revelou que iria dedicar-se de imediato a este processo, admitindo que poderão existir novidades concretas até ao final da semana.

A possibilidade de orientar a Seleção Nacional não é novidade para Jorge Jesus. Em maio, o treinador já tinha manifestado disponibilidade para assumir o cargo, afirmando mesmo: «Quem pode dizer que não à Seleção?». Na mesma ocasião, recordou que, no passado, recusou a oportunidade de orientar a seleção do Brasil.

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