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A dor continua para Margarida Pinto Correia: morte de Luís Represas acontece meses após a perda da irmã Clara

Margarida Pinto Correia enfrenta novo período de luto após a morte de Luís Represas, pai dos seus filhos
Margarida Pinto Correia atravessa novamente um momento de dor. Cerca de sete meses depois da morte da irmã mais velha, Clara Pinto Correia, enfrenta agora a perda de Luís Represas, pai dos seus dois filhos, Nuno e José.

O músico morreu esta madrugada, dia 22 de julho, aos 69 anos, após uma doença prolongada. Luís Represas e Margarida Pinto Correia estiveram casados durante 15 anos, numa relação que começou em 1997 e que marcou uma importante etapa da vida de ambos.

O romance começou de forma discreta, com o casal a viver os primeiros tempos em segredo, antes de assumir publicamente a relação e subir ao altar em 1998. Durante vários anos, foram uma das relações mais mediáticas da sociedade portuguesa.

Apesar da separação, em 2013, Margarida Pinto Correia e Luís Represas mantiveram uma ligação através dos filhos. O músico continuou ligado à família através da relação com Nuno e José.

Clara Pinto Correia morreu sete meses antes de Luís Represas
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A morte de Clara Pinto Correia, aos 65 anos, aconteceu a 9 de dezembro do ano passado. A escritora foi despedida numa cerimónia reservada, realizada na Capela do Rato, em Lisboa.

Luís Represas, antigo cunhado de Clara Pinto Correia, fez questão de estar presente na despedida.

Na altura, Margarida Pinto Correia partilhou um texto assinado por José Augusto Pereira Neto, em homenagem à irmã:

“Recordo a tua cara atrevida e sedutora, em que o sorriso temperava o desafio e a impertinência, quando me segredaste o livro que não escreveste: ‘Tentativas Para Acertar’ (quem ousa dizer que acertou?). Na praça ficaram os destroços das derrotas sofridas, e no cimo da montanha, espelhando ao pôr do sol, os troféus das vitórias alcançadas com a ousadia, com a coragem, com a rebeldia e com a irreverência com que nos desafiaste. Vamos construir um jardim onde crescerá a árvore da vida, com flores e animais selvagens: o Jardim dos Deuses, onde iremos refrescar-nos decifrando a vertigem do turbilhão com que o deus da tempestade te esgotou.”

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