Guilherme Castelo Branco fala sobre o pai e revela afastamento de Betty Grafstein

O comentador garantiu acompanhar o processo judicial que envolve José Castelo Branco e admitiu que já tentou várias vezes voltar a falar com Betty
Guilherme Castelo Branco falou sobre a relação com o pai, José Castelo Branco, e sobre o afastamento de Betty Grafstein numa entrevista à revista TV Guia. O comentador revelou que acompanha de perto o processo judicial que envolve o progenitor, mas prefere não fazer comentários sobre o caso, defendendo que todas as questões devem ser discutidas em tribunal.
Sobre José Castelo Branco, Guilherme destacou a resiliência do pai perante as dificuldades e afirmou nunca o ter visto desistir perante os momentos mais complicados. “Quanto mais o estão a atacar parece que ganha forças para continuar”, afirmou. Apesar de evitar pronunciar-se sobre o processo, garantiu existir confiança na versão do progenitor e na possibilidade de este conseguir provar a sua inocência. “Ele acredita que está do lado certo e que vai conseguir provar o que se tem vindo a dizer”, explicou.
O afastamento de Betty Grafstein foi também abordado durante a conversa. Guilherme contou que, desde que deixou de ter acesso à empresária, nunca mais conseguiu falar com ela, apesar de ter tentado estabelecer contacto por quatro vezes. Perante a possibilidade de um dia ter de enfrentar a morte de Betty sem conseguir despedir-se pessoalmente, admitiu que poderá ter de viver esse momento à distância e em privado. “Nós podemos despedir-nos à distância”, afirmou, reconhecendo que prefere não criar expectativas para evitar uma nova desilusão.
Guilherme Castelo Branco falou ainda sobre o seu trabalho como comentador social no V+ TVI, garantindo que se sente feliz a fazer televisão. O objetivo, explicou, passa por apresentar uma perspetiva racional sobre os vários assuntos abordados, procurando analisar cada situação com equilíbrio e empatia. Ao mesmo tempo, mantém uma postura reservada relativamente ao processo judicial do pai, defendendo que eventuais esclarecimentos públicos deverão acontecer apenas quando o caso estiver definitivamente encerrado.







